— Porra! — Gritou tio Lucas. Foi ele, o Corvo!
Estatelamos, de bocas abertas, estupefatos, eu e o Amarelinho. Aquele não era o jeito normal de falar do Guarda-Roupa.
— Que é que (...)
Uma vez, li em “A Imitação de Cristo”:
“Devemos também aprender a procurar em Cristo a graça para anunciar hoje a Boa Nova”.
—O que é a graça. Que “graça” era essa citada (...)
Final de tarde, tomava uma salada de frutas na sorveteria Pinguim, em Campina Grande, quando chegou meu tio-avô, Lucas Batista de Gusmão, o Guarda-Roupa.
Por conta de uma chuvarada depois (...)
Por uma estreita vereda na Serra da Borborema, eu corria tentando escapar do destino. Súbito, nuvens baixas começaram a lançar grossos pingos de chuva fria, que feriam minhas costas, (...)
Naquele fim de tarde em Campina Grande, quando estávamos voltando, eu e meu tio Lucas, do nosso passeio ao Alto da Prata, ele voltou a falar sobre a vida boêmia da cidade na década de (...)
Meu tio-avô, Lucas Batista de Gusmão, também conhecido nos altos da Serra da Borborema, em Campina Grande, como Guarda-Roupa, casou-se, nos idos de antigamente, com Maria Belarmina, para os (...)
Nos meus tempos de rapaz em Campina Grande costumava frequentar nos fins-de-semana o Cassino Eldorado, na Rua Boa, lá na Mandechula. Ali conheci José Marcolino da Silva, de profissão (...)
Meu tio-avô Lucas era tropeiro por profissão e conduzia burramas de carga pelos confins do Nordeste, principalmente entre Patos e Campina Grande, na Paraíba. Certa ocasião, almoçou uma (...)
Agradavam-me as longas caminhadas pelas encostas da Serra da Borborema, junto com tio Lucas. Não havia rocha, ruína, olho d’água ou vale solitário que ele não soubesse de alguma (...)
Naquela época, meu tio-avô Lucas, o Guarda-Roupa, sempre passava os meses de agosto em um pequeno sítio —o Sítio Feliz— que ele comprara em Catolé do Rocha, no meio da mata, no rumo (...)